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O projeto, criado pela Universidade da Macedônia, na Grécia, a partir de um estudo pedagógico, é executado no Brasil desde 2019 por voluntários da farmacêutica Boehringer Ingelheim. Em Alagoinhas, a iniciativa é desenvolvida em parceria com as secretarias municipais de Educação e Saúde e o Hospital Regional Dantas Bião.De acordo com o diretor de Inclusão Educacional da Secretaria de Educação, Antônio Marcos de Carvalho, as primeiras escolas escolhidas ficam em comunidades quilombolas e na zona rural.“Entendemos que, por estarem distantes da rede de atendimento de saúde em casos de AVC, começar por essas escolas seria mais apropriado”, afirmou.Ele destacou ainda que todas as escolas da rede municipal, do 1º ao 5º ano, receberão a formação, tanto com a equipe do Fast Heroes quanto com multiplicadores locais, garantindo a expansão do projeto em todo o município.O secretário de Saúde, Antônio Virgínio Pereira, reforçou a importância da iniciativa.“Essas crianças são sensibilizadas e treinadas para identificar os sintomas do AVC e pedir ajuda. Assim, o atendimento trombolítico pode ser oferecido mais cedo, aumentando a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes”, explicou.Alagoinhas também está no pleito para se tornar a primeira Cidade Angel do Nordeste, título concedido pelo programa internacional Angels Initiative a municípios que se destacam na preparação e eficiência no atendimento a casos de AVC.