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A manifestação do promotor aponta provas de fraude à cota de gênero, além de movimentações financeiras suspeitas envolvendo candidatas apontadas como fictícias.A ação foi movida pelo vereador Marant Azevedo (Republicanos), pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo próprio Cruel, principal beneficiário do caso.Entenda o casoSegundo o parecer do MP, a candidata Zene Almeida recebeu R$ 200 mil e desistiu informalmente da campanha, passando a apoiar outro candidato, Léo Mineiro (Solidariedade).Outra candidata, Natali Sena de Santana, obteve apenas quatro votos e não teria sequer votado em si mesma. Já Ducilene Felicíssima, substituída por Natali, também teria usado a maior parte dos recursos antes de ter a candidatura indeferida.Para o MP, as provas indicam fraude “com movimentação financeira incompatível com o resultado eleitoral e ausência de campanha efetiva”. Com base na Súmula 73 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o MP recomendou a cassação do diploma de Maria Imperatriz, a inelegibilidade de todos os envolvidos por oito anos e a anulação dos votos do PSD, com recálculo do quociente eleitoral.