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“Dos empreendimentos da nossa gestão no Ministério da Educação, nenhum nos deu mais satisfação do que as obras para o abastecimento de água de Feira. Era a maior aspiração da cidade, considerada irrealizável devido à elevada soma que demandaria a obra”, afirmou Simões Filho na ocasião.Ele acrescentou que havia uma crença dominante que seria necessário trazer a água de muita distância, mas que contratou um especialista no assunto, resolvendo o problema por meio do projeto mais simplificado.A ideia começou a ser debatida na gestão do prefeito Almachio Alves Boaventura (1951–1955), que fez o pedido a Vargas durante visita à Feira. Na sequência, um grupo de políticos, liderado médico Wilson da Costa Falcão, viajou ao Rio de Janeiro, que era a capital do Brasil, para reforçar a solicitação à presidência.A água, que passou a ser distribuída através da encanação, era retirada da Lagoa Grande.Antes, chegava nas residências através dos aguadeiros que abasteciam residências e comércio transportando a água no lombo de animais.Depois de diversas intervenções para ampliar o abastecimento da cidade visando acompanhar seu crescimento, em 1971, a cidade foi dotada do sistema com captação no rio Paraguaçu, como acontece até hoje. Era governador Luís Viana Filho e prefeito Newton da Costa Falcão.