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Segundo Deidre Vercoe, diretora do projeto Takahē Recovery, a captura sistemática desses predadores foi crucial para a sobrevivência da espécie, que possui ninhos no solo e comportamento dócil, tornando-se presa fácil sem proteção.Além disso, o governo neozelandês adotou estratégias como translocação entre ilhas e reprodução assistida, visando estabelecer populações autossustentáveis sem necessidade de intervenção humana constante.Significado cultural e legado históricoPara o povo Ngāi Tahu, tribo Maori da região, o retorno do tacaé-do-sul não é apenas uma vitória ambiental, mas um resgate cultural. As penas verde-azuladas da ave são consideradas sagradas e carregam profundo simbolismo espiritual.Estudos apontam que a espécie existe desde o Pleistoceno, sobrevivendo a eras glaciais. Agora, com apoio humano, o tacaé-do-sul reconstrói sua história evolutiva e reafirma seu lugar nas terras da Nova Zelândia.