Leia Também:
Acusados de matar pediatra a tiros em clínica na Bahia são condenados
Megaoperação mira esquema bilionário de combustíveis ligado ao PCC
Coveiro é atacado com facão em cemitério no sul da Bahia
A professora de 41 anos foi encontrada desacordada em seu apartamento arrombado, com manchas de sangue, durante inspeção do Corpo de Bombeiros. Câmeras registraram o suspeito chegando com um galão de gasolina, provocando explosão e fumaça.Ao tentar fugir pelo playground, ele se feriu, foi socorrido pelo Samu e levado ao HGE. Preso em flagrante, segue internado sob custódia, com pedido de prisão preventiva em andamento.Carta denunciando assédio
| Foto: Arquivo pessoal
A vítima registrou no livro de ocorrências do condomínio uma denúncia de assédio contra o zelador, identificado apenas como Osvaldo. Na ocasião, em janeiro de 2024, a moradora relatou que recebeu uma mensagem do funcionário, por aplicativo, convidando-a para “tomar um vinho” durante a noite, atitude que ela considerou invasiva.”Gostaria de relatar que fui assediada pelo zelador deste prédio. Ele me mandou a mensagem: ‘vamos tomar um vinho?’, tomando uma liberdade que nunca dei”, escreveu em queixa feita no dia 13 de janeiro de 2024.Segundo uma amiga, a moradora chegou a relatar a situação ao síndico da época, mas nenhuma providência foi tomada além do registro formal. Ela também teria mostrado as mensagens à esposa do suspeito, que não acreditou na denúncia.Possível motivaçãoSegundo os moradores do local, a possível motivação do crime foi uma conversa no grupo de mensagens do prédio, onde foi mencionada a possibilidade de troca de zelador. A conversa ocorreu na terça-feira, 26, apenas um dia antes do incêndio.