O Brasil acaba de dar um passo decisivo para ampliar sua matriz energética sustentável. Um leilão realizado recentemente contratou a construção de novas usinas hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), movimentando cerca de R$ 26,5 bilhões em contratos. Apenas na fase inicial, os investimentos confirmados somam R$ 8 bilhões destinados exclusivamente à construção dessas unidades.
Expansão em 13 estados
No total, 65 novas usinas serão erguidas em 65 cidades distribuídas por 13 estados brasileiros. O objetivo é garantir maior segurança energética, ampliar a oferta de energia renovável e fortalecer a participação da hidroeletricidade no processo de transição energética do país.
Geração de empregos e impacto social
Além da contribuição ambiental, o programa deverá gerar mais de 50 mil empregos diretos e indiretos, impulsionando a economia local e promovendo inclusão social. Para especialistas, trata-se de uma retomada histórica da cadeia industrial nacional voltada para o setor das hidrelétricas, reativando fábricas e fornecedores em diversas regiões.
Economia para os consumidores
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o resultado do leilão também representa benefícios financeiros diretos para a população. A estimativa é de uma economia de aproximadamente R$ 64 milhões para os consumidores ao longo dos contratos.
Prazo e duração dos contratos
As novas usinas têm prazo para entrar em operação até janeiro de 2030, com contratos de fornecimento de energia garantidos por 20 anos. Esse longo período assegura estabilidade tanto para as distribuidoras quanto para os investidores e consumidores.
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